Arquivo da categoria: Parques e Praças

Parques Esportivos e praças são áreas verdes grandes e complexas cujos projetos paisagísticos envolvem uma equipe multidisciplinar

Porque um Jardim Botânico é importante?

Toda cidade que se preze no mundo tem um jardim botânicoTemos flora e fauna nativa riquíssima! O jardim botânico é importante na educação ambiental e tem recantos e espécies incríveis: tem o jardim dos perfumes, o jardim sensorial, um bosque de ciprestes de inúmeras espécies, além de outros.

Fernando Gomes - Agencia RBS
Educação ambiental no Jardim Botanico – foto: Fernando Gomes – Agencia RBS

Na minha vida o jardim botânico de Porto Alegre teve uma importância imensa. Quando eu tinha 16 anos, fiz o meu primeiro curso de jardinagem no Jardim Botânico de Porto Alegre. Foram tardes ensolaradas de uma primavera há décadas atrás quando eu, junto com minha mãe, aprendemos como reproduzir plantas, cuidar e plantar. Conhecemos diversas espécies e passeamos pelos diferentes recantos. Aquela semana de estudos no Jardim Botânico consolidou em mim a paixão que já tinha pelas plantas e me fez decidir cursar agronomia. Este curso acabou norteando minha trajetória profissional. Eu frequento jardins botânicos, sou fascinada por eles. Os jardins botânicos são importantes instituições que abrigam coleções documentadas de plantas vivas  e desenvolvem pesquisas científicas, além da educação e da conservação e exposição de espécies vegetais. No jardim botânico são cultivadas muitas plantas raras que só tem ali.  As pessoas nem imaginam, mas no jardim botânico de Porto Alegre, existe um  jardim para cegos, onde os deficientes visuais podem usar o sentido do tato e do olfato para perceber e sentir as plantas.

jardim botanico de Porto Alegre    Reprodução de foto de Tetraktys  wikipedia
Educação ambiental no Jardim Botânico de Porto Alegre- Reprodução de foto do Tetraktys wikipedia

O Jardim Botânico de Porto Alegre possui uma área total de 39 hectares de parque. No local, podem ser compradas espécies de mudas nativas do Rio Grande do Sul (frutíferas e ornamentais) e medicinais, produzidas no próprio viveiro, no banco de sementes do Jardim Botânico. O parque realiza atividades educativas e culturais que objetivam a conscientização da flora nativa e da biodiversidade. Conforme o site da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, conta com aproximadamente 6 mil exemplares separados em 18 coleções do arboreto e nove especiais, localizadas em estufas e vasos. As coleções são principalmente de espécies raras e nativas do Rio Grande do Sul, e algumas que só ocorrem no estado. Em conjunto com o Museu de Ciências naturais, o órgão atua conjuntamente na coordenação da elaboração da Lista Oficial de Espécies Ameaçadas do RS.

Jardim botanico Porto Alegre por Tetraktys -  Wikimedia Commons
Jardim Botânico de Porto Alegre Foto de Tetraktys – Wikimedia Commons

De acordo com dados de 2012 da Rede Internacional de Jardins Botânicos (Botanic Gardens Conservation International – BGCI), estima-se que existam, hoje, cerca de três mil jardins botânicos e arboretos distribuídos em 180 países. São instituições que cultivam, coletivamente, mais de cem mil espécies de plantas, representando quase um terço de todas as plantas conhecidas no mundo.

Jardim Botânico de Porto Alegre - Foto divulgação FZB -por sergiobavaresco
Jardim Botânico de Porto Alegre – Foto: divulgação FZB -por Sergio Bavaresco

 

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Parque Esportivo e Campo de Futebol da PUCRS

Nos anos de 2002 a 2003 desenvolvi o projeto de paisagismo para a área de 3 hectares do Parque Esportivo da PUCRS. O projeto foi elaborado por equipe multidisciplicar da qual participaram: Santini & Rocha arquitetos, Arq. João Postiga, Arq. Bianca Giorgis, engenheira agrônoma Maristela Kuhn e eng. irrigação Rubens Voges. A execução foi feita em parceria com Cauhy jardins.

Espelho d'água
Espelho d’ água do parque -foto: Eneida Serrano

Plantas aquáticas foram plantadas no lago.

Vista geral do parque -foto: Eneida Serrano
Vista geral do parque -foto: Eneida Serrano
Árvores com placas identificação foto: Eneida Serrano
Árvores com placas identificação foto: Eneida Serrano

O estacionamento do Parque foi feito da seguinte forma: Imagine uma floreira gigante de concreto armado que serve como cobertura do estacionamento. E nesta floreira gigante foi criado uma campo de futebol de 10 mil m2 e uma pista de atletismo oficial e arquibancadas. Acompanhe nas fotos.

ao fundo se vê a Av. Ipiranga
Campo de futebol sobre o estacionamento foto: Eneida Serrano
Jardins nas rampas de acesso para o campo foto: Eneida Serrano
Jardins nas rampas de acesso para o campo foto: Eneida Serrano

Para desenvolver o projeto do campo de futebol, a engenheira agrônoma Maristela Kuhn foi a  responsável.  No acompanhamento da implantação, atuamos em parceria.

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Vista do campo de futebol foto: Eneida Serrano

Parque Ecológico de Guarapiranga em São Paulo

O projeto para este parque foi classificado em primeiro lugar no concurso público promovido pela IAB/SP em 1990. A equipe era composta pelos arquitetos Carlos Maximiliano Fayet e Cláudio Araújo e as engenheiras agronomas Helena Wachsmann Schanzer e Elaine Lima Nunes. Para desenvolver a parte da reciclagem do lixo a empresa Vida produtos biológicos foi nossa parceira em idéias.

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Desenhos e coloridos das pranchas de apresentação foram feitas pelo arquiteto João Postiga e pelo arquiteto Kofi Essel-Appiah.
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Parque – area de uso restrito para tratamento da água e reciclagem do lixo

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Praça Itália recebe a Feira Me Gusta neste sábado

Em 1990 participei da equipe que desenvolveu o projeto paisagístico da Praça Itália, que fica ao lado do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. O coordenador da equipe foi o arquiteto Carlos Maximiliano Fayet e junto com a engenheira agrônoma Elaine Lima Nunes, criamos a praça inspirada na região da Toscana, na Itália.  Esta praça será palco da Feira Me gusta que reúne Arte, Moda e Musica neste sábado. A feira é um evento descolado que acontecerá na área da praça seca. Terá ioga, oficinas e shows de bandas gaúchas. Veja no final do post a programação.

Praça Itália Foto: Eneida Serrano
Praça Itália Foto: Eneida Serrano

A Praça, na época da criação teve o apoio do consulado italiano. A vegetação selecionada para esta praça compatibilizou espécies nativas com exóticas para evocar o clima italiano: ciprestes-italianos Stricta (cipreste-vela), que possui copa bem colunar e árvores que no outono adquirissem a cor avermelhada, como no clima europeu. Árvores caducifólias como o plátano, liquidambar, acer povoam a praça para dar o colorido outonal a paisagem.  Espécies de árvore nativas foram plantadas perto do lago para alimentar a avifauna. Na época não existia computação gráfica e foi feita uma maquete que mostrava a volumetria dos equipamentos e da vegetação.

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Salso chorao na praça Itália foto: Carlos Edler

Na proposta original, o arquiteto idealizador da praça, Carlos Fayet queria que cisnes habitassem a praça, mas a idéia apesar de encantadora era inviável por vários motivos.

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praça itália foto: Carlos Edler

AS ATRAÇÕES QUE IRÃO ROLAR NESTE SÁBADO,11/JUNHO, NA FEIRA NA PRAÇA ITÁLIA: 12:00 às 16:00 Oficina de Bambu 13:30 Yoga (atividade) 14 Roleta das Virtudes (atividade) 14:30 Oficina de Origami (atividade) 15h Rodas de conversa (atividade) 15:30h Luiza Eltz (Banda) 17h Diego Deodato (Espetáculo Circologia) 18:30h Erick Endres (Banda) 20h  BANDA Ministério do Groove  homenageando Lucas Melo (https://goo.gl/ZTvwXE)

Mas o que é a ME GUSTA? Feira que mistura música com arte, marcas independentes de roupas e acessórios, brechós, LP, livros, gente bonita de montão e o mais importante disso tudo, você!

Como é a ME GUSTA? Do meio-dia  até o anoitecer, uma festa na rua, uma feira, um bazar, um festival de gente bonita, elegante e sincera. A ME GUSTA é tudo isso e mais um pouco: mistura e combina ARTE, MODA e ACESSÓRIOS, MÚSICA E VARIEDADES. E ainda vão ter deliciosas COMIDINHAS!! Uma composição de idéias e pessoas que criam!

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Plátanos e ciprestes-vela  na praça Itália foto: Carlos Edler

 

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Áreas verdes para lazer dos condomínios no litoral

As áreas verdes dos condomínios das praias no litoral proporcionam momentos de lazer incríveis.  Condomínios de casas em praias como  Xangri-lá possuem piscinas, tobogãs de água, lagos para passeios de esqui-aquático, caiaque: tem de tudo para se divertir e descansar na praia.

Condominio Lagos park- lago, ilha e tobogã  Foto: Helena Schanzer
Condominio Lagos park- lago, ilha e tobogã Foto: Helena Schanzer

Se não quiser ir até a beira do mar, tem praia artificial com areia do mar. E sem vento nordestão.

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Praia artificial – Foto: Helena Schanzer

 

 A criançada não para um minuto!
A criançada não para um minuto!

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Condominio Lagos park Foto: Helena Schanzer

 

Condominio Lagos park- lago   Foto: Helena Schanzer
Condominio Lagos park- lago Foto: Helena Schanzer

Veja plantas resistentes para cultivar no jardim da praia!

Conheça plantas nativas para plantar no jardim e atraia beija-flores!

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Porque as árvores caem durante o temporal?

As árvores caem quando ocorre um temporal por vários motivos: estão doentes e podres por dentro, a área do entorno no piso está pavimentada impedindo a drenagem correta da água, tipo de  solo que encharca demais, a espécie e o tamanho são inadequados ao local onde foi plantada, ou uma espécie que tomba facilmente. Árvores são seres vivos: crescem, podem adoecer,  morrem e precisam  de cuidados. Árvores também são seres sociais:  na natureza crescem em grupos e com espécies diversificadas no mesmo bosque. Na cidade costuma-se plantar árvores isoladas, sem variedade e ainda de espécies altas ou com sistema radicular superficial.  Para piorar, ainda fazem um canteiro pequeno para suas raízes e colocam piso na volta. Tudo isto acaba conspirando para quando ocorra um temporal, ocasione a desestabilização da árvore e suas raízes e, com  o vento, tomba.

Árvore caída na rua durante temporal – Foto: radio Gaucha

É necessário que o solo permita que a água escoe bem, de modo a evitar alagamentos.  Uma medida excelente para diminuir o impacto água da enxurrada é  a implantação de cobertura verdes ou telhados verdes que contribuem para absorver a chuva. A camada de vegetação em uma cobertura viva age como uma grande esponja da chuva forte , devolvendo a água ao sistema pluvial lentamente. Existem espécies de árvores que costumam cair como eucalipto, guapuruvu, entre outras. Plantar árvores grandes junto de casa não é indicado. Importante também são os cuidados com a árvore: poda de galhos secos ou doentes, retirar espécies parasitas, entre outros.

Árvore cultivada isolada caída no temporal – Foto: radio Gaucha

O planejamento urbano deve preservar e incentivar zonas com mais vegetação, menos árvores solitárias com raízes bloqueadas pelo concreto, espécie inadequadas e sem cuidado. Por exemplo, uma área de mato com árvores nativas como da foto abaixo, nenhuma árvore ou galho caíram depois do temporal. Enquanto na cidade, dezenas de árvores caíram causando acidentes. Como se observa no mato abaixo, os galhos das árvores formam uma trama aérea que oferece suporte e evita que galhos e árvores caiam. Fundamental é observar constantemente a saúde as árvores. E as folhas das árvores  podem entupir os bueiros?  Não, as folhas se decompõe e de modo geral são pequenas.  No caso do mato, ainda se transforma em uma camada de húmus fértil.  Os sacos plásticos e o lixo largado nas ruas é que entopem os bueiros e as bocas de lobo causando inundações.

Mato nativo, as copas das árvores seguram uma às outras – foto: Helena Schanzer

 O monitoramento das árvores constante é fundamental para analisar as condições fitossanitárias das mesmas. Existem aparelhos de ultrassom  para examinar a saúde das árvores e indica se a árvore está saudável ou se corre o risco de cair. Desta forma, é possível precaver-se para que a árvore seja removida ou ter a lesão cuidada.  Existem técnicas como a  dendrocirurgia para tratarmos as partes danificadas da árvore por fungos ou pragas, onde  se recompõe o tronco, devolvendo estabilidade à árvore.

OBS: O que aconteceu na noite de 29/01/2016 em Porto Alegre e destruiu centenas de árvores foi um ciclone, vai além das situações descritas aqui no post.

 

 

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Antiga fazenda de café virou a maior floresta urbana replantada do planeta

Há 154 anos, uma antiga fazenda de café tornou-se uma das maiores florestas urbanas do planeta.  Uma das maiores riquezas naturais da humanidade, o Parque Nacional da Tijuca, localizado no coração do Rio de Janeiro, protege a maior floresta tropical urbana replantada do planeta. A mata atlântica original da floresta foi derrubada no século 18 para se transformar em uma plantação de café. Em 1861, um agrônomo visitou a área junto com Dom Pedro II e orientou que, se não protegessem os diversos mananciais e fontes naturais da área, não haveria água na cidade do Rio de Janeiro no futuro!  Então, Dom  Pedro II desapropriou as fazendas de café e ordenou que a floresta fosse toda replantada com espécies da vegetação da mata  atlântica.

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Floresta da Tijuca -pico Tijuca      Foto: common wikipedia by Halleypo

O Parque Nacional da Floresta da Tijuca foi criado em 1961 e ocupa uma área de 3.300 hectares. Na floresta existe uma diversidade de espécies como jacarandá, jequitibá, orquídeas, bromélias, paineiras, ipês e animais como macaco-prego, sagui-estrela, quatis, cotias e pássaros. São mais de 46 mil árvores e 877 espécies diferentes.

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Cachoeira na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro -Brasil Foto Beth Castelo common wikipedia.

Com uma extensão de 3.953ha de Mata Atlântica, é o Parque Nacional mais visitado do Brasil, recebendo mais de três milhões de visitantes por ano, entre brasileiros e estrangeiros de todas as idades.

Caro leitor,  pergunto a você: há 154 anos atrás pessoas pensaram em preservar fontes de água para que outras gerações tivessem água potável.  E  nossa geração, o que está fazendo para preservar a água para o futuro? Quantas florestas nativas estamos plantando e preservando?

 

 

 

 

 

Passear no Jardim de Monet na França é uma inspiração

Os jardins e a casa do artista francês Claude Monet estão localizados na cidade de Giverny, a uma hora de viagem de Paris. O grande pintor, mestre do impressionismo, morou de 1883 até 1936 nesta casa e ao longo da vida cultivou e pintou os jardins inspiradores.  Monet tinha fascínio pelo jogo de luzes e reflexos das nuvens, das plantas e das flores sobre a água e retratava isto em suas pinturas.

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Casa do Monet – http://www.fondation-monet.com/fr/giverny – Divulgação

A casa e o jardim de Monet estavam abandonados e estragados. Então, nos anos 1980, uma senhora doou 1 milhão de dólares para restaurar tudo. Recuperaram a casa e os jardins e transformaram em museu. Nesta casa grande cor de rosa, Monet viveu com a esposa e seus 8 filhos. O lago criado por Monet no seu jardim e a ponte japonesa formam um dos cenários mais bonitos e bucólicos. Monet adorava retratar este lago com ninféias nos seus quadros. Ninféias são flores aquáticas com folhas grandes que boiam sobre a água, como as que se pode ver na foto abaixo.

Lago do jardim de Monet – flores aquáticas – Foto: Rejane Druck Magadan
caminho com capuchinhas - Tropaelum majus
Caminho com capuchinhas – Tropaelum majus Foto: Rejane Druck Magadan

 

Les Nympheas - restaurante e salão de chá - Foto: Rejane Druck Magadan
Les Nympheas – restaurante e salão de chá – Foto: Rejane Druck Magadan

Veja a galeria de fotos dos jardins de Monet em Giverny – Fotos: Rejane Druck Magadan

 

Veja o link da Fundação Monet em Paris:

http://www.fondation-monet.com/fr/giverny

 

Para saber mais sobre os Jardins do Monet, veja as dicas de livros:

– Para crianças ( e adultos também): Linéia no Jardim de Monet, de Christina Bjork & Lena Anderson, Editora Salamandra. 1992.

– Secrets of Monet’s Garden, Derek Fell. Editora Friedman/Fairfax Publishers, NY. 1997.

 

 

 

Parque Lage é um passeio pela mata tropical carioca

Um parque público legal de visitar no Rio de Janeiro é o Parque Lage. A vegetação tropical é exuberante e fascinante. Repleto de árvores de jaca e palmeiras imperiais que enfeitam os caminhos agradáveis de caminhar. No palacete localizado no parque tem uma cafeteria descolada para um descanso estratégico e também para apreciar a arquitetura do belo palacete da Escola de Artes Visuais. O Parque Lage fica aos pés do morro do Corcovado, na rua Jardim Botânico e ocupa uma área de 52 hectares.

Parque Lage no Rio de Janeiro -Palacete
Parque Lage no Rio de Janeiro -Palacete e morro do Corcovado ao fundo – Foto: Helena Schanzer

O Parque Lage foi tombado em 1957 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro. Uma caminhada pelas trilhas do Parque oportuniza a vista de diversos  recantos com muita vegetação.  Até  micos transitam pelas árvores do parque! 

Fruto Jaca
Fruto Jaca pendurado na árvore jaqueira – Foto: Helena Schanzer

O Parque Lage era uma fazenda do industrial Henrique Lage, contava inclusive com engenho-de-açúcar. O paisagista inglês John Tyndale que reprojetou a fazenda em 1840 inspirado nos parques ingleses. O casarão foi projetado pelo arquiteto italiano Mario Vodrel em 1920. Em meados de 1960, após trocar várias vezes de donos, á área foi transformada em parque público. Desde 2004, o Parque Lage é parte do Parque Nacional da Tijuca, sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

 

 Passeio pelo Parque Lage – Galeria de fotos  de Helena Schanzer:

 

Veja mais Parques em:

Nova Iorque:  Central Park   Parque High Line    High Line no verão

Califórnia:  Golden Gate Parque, São Francisco

Espanha:  Parque Maria Luisa em Sevilha

Brasil: Parque Esportivo da PUCRS – Porto Alegre