Arquivo da categoria: Recicle – Seja sustentável

Reciclagem e compostagem caseira. Como ser mais sustentável no dia a dia

Praça Itália recebe a Feira Me Gusta neste sábado

Em 1990 participei da equipe que desenvolveu o projeto paisagístico da Praça Itália, que fica ao lado do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. O coordenador da equipe foi o arquiteto Carlos Maximiliano Fayet e junto com a engenheira agrônoma Elaine Lima Nunes, criamos a praça inspirada na região da Toscana, na Itália.  Esta praça será palco da Feira Me gusta que reúne Arte, Moda e Musica neste sábado. A feira é um evento descolado que acontecerá na área da praça seca. Terá ioga, oficinas e shows de bandas gaúchas. Veja no final do post a programação.

Praça Itália Foto: Eneida Serrano
Praça Itália Foto: Eneida Serrano

A Praça, na época da criação teve o apoio do consulado italiano. A vegetação selecionada para esta praça compatibilizou espécies nativas com exóticas para evocar o clima italiano: ciprestes-italianos Stricta (cipreste-vela), que possui copa bem colunar e árvores que no outono adquirissem a cor avermelhada, como no clima europeu. Árvores caducifólias como o plátano, liquidambar, acer povoam a praça para dar o colorido outonal a paisagem.  Espécies de árvore nativas foram plantadas perto do lago para alimentar a avifauna. Na época não existia computação gráfica e foi feita uma maquete que mostrava a volumetria dos equipamentos e da vegetação.

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Salso chorao na praça Itália foto: Carlos Edler

Na proposta original, o arquiteto idealizador da praça, Carlos Fayet queria que cisnes habitassem a praça, mas a idéia apesar de encantadora era inviável por vários motivos.

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praça itália foto: Carlos Edler

AS ATRAÇÕES QUE IRÃO ROLAR NESTE SÁBADO,11/JUNHO, NA FEIRA NA PRAÇA ITÁLIA: 12:00 às 16:00 Oficina de Bambu 13:30 Yoga (atividade) 14 Roleta das Virtudes (atividade) 14:30 Oficina de Origami (atividade) 15h Rodas de conversa (atividade) 15:30h Luiza Eltz (Banda) 17h Diego Deodato (Espetáculo Circologia) 18:30h Erick Endres (Banda) 20h  BANDA Ministério do Groove  homenageando Lucas Melo (https://goo.gl/ZTvwXE)

Mas o que é a ME GUSTA? Feira que mistura música com arte, marcas independentes de roupas e acessórios, brechós, LP, livros, gente bonita de montão e o mais importante disso tudo, você!

Como é a ME GUSTA? Do meio-dia  até o anoitecer, uma festa na rua, uma feira, um bazar, um festival de gente bonita, elegante e sincera. A ME GUSTA é tudo isso e mais um pouco: mistura e combina ARTE, MODA e ACESSÓRIOS, MÚSICA E VARIEDADES. E ainda vão ter deliciosas COMIDINHAS!! Uma composição de idéias e pessoas que criam!

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Plátanos e ciprestes-vela  na praça Itália foto: Carlos Edler

 

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Ilustrações de Lutzenberger retratam a infância do ambientalista

Como era a vida das crianças quando não existia Internet?  O que faziam? Brincavam no jardim das casas!  Acompanhe o relato incrível da Lilly Lutzemberger sobre a infância até a adolescência do seu pai, o agrônomo, paisagista, ambientalista e ecologista José Lutzenberger  nos anos de 1932 a 1944*.  Através das ilustrações do avô da Liliy, o artista plástico e arquiteto Joseph Franz Seraph Lutzenberger, pode se ter um retrato da época, quando não existia tecnologia, nem brinquedos de plástico. O mundo era realmente outro! Eram aulas práticas diárias de educação ambiental através das brincadeiras no jardim do pátio da casa e na exploração da natureza. Acompanhem minha homenagem ao Lutz com o capítulo 2 dos posts pela Semana do Meio Ambiente.

Brincadeiras no jardim - Ilustração: Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger
Luzenberger voltando de passeio- Ilustração: Joseph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

Na ilustração acima podemos ver Lutzenberger pai retornando de uma de suas excursões zoobotânicas. Conforme nos conta a filha Lilly: “Ele voltava estropeado e carregado de plantas e bichinhos. Ele demorava tanto para voltar para casa que a mãe dele, que era muito medrosa, ficava maluca de preocupação, achando que ele havia caído num buraco e morrido ou sido devorado por um animal selvagem. Muito católica, depois de algumas horas, ela começava a acender velas pela casa toda e a rezar, rogando que seu filho regressasse ao lar são e salvo.”

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Brincadeiras no jardim – Ilustração: Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

Lilly:  – “O jardim da Casa Lutzenberger em Porto Alegre foi sempre muito movimentado, pois minha avó e os 3 filhos o utilizavam para jardinar e brincar. Meu avô , Joseph Franz Seraph Lutzenberger, não tanto porque sua profissão consumia quase todo seu tempo. Mas arrumou tempo para registrar a infância dos filhos na casa e no jardim em um pequeno diário ilustrado que inaugurou quando nasceu o primeiro, meu pai, em 1926. Na seqüencia, nasceram suas duas irmãs, em 1928 e 1929.”

Ilustração de Joseph Franz Seraph Lutzenberger decida por Lilly Lutzenberger
Ilustração de Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

“Neste diário se pode apreciar em divertidos desenhos o que esposa, filhos e uma infinidade de sobrinhos e amiguinhos aprontavam tanto no jardim quanto no depósito de materiais de construção ao lado. As ilustrações de meu avô, além de engraçadas, são muito reveladoras, pois mostram como ele desde cedo identificou as inclinações naturalistas de seu filho.”

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Ilustração de Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger
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Ilustração de Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

 

Ilustração de Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger
Ilustração de Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

Nas ilustrações a seguir, está o cachorro de estimação do Luzenberger, o Lux, que sempre acompanhava-o em suas aventuras.

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O cachorro de estimação Lux – Ilustração: Joseph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

Lilly conta que “O Lux foi grande companheiro de aventuras de meu pai. Acompanhava-o em suas longas excursões zoobotânicas pela cidade afora: na Redenção, na Glória, nos morros, no Arroio Dilúvio que naquele tempo ainda não era retificado nem poluído, suas águas eram cristalinas e cheias de vida. E no Rio Guaíba, que também ainda era limpo. Meu pai gostava de nadar no rio e Lux nadava junto com ele.”

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O cachorro de estimação Lux e um grilo  – Desenho de José Lutzenberger, filho cedida por Lilly Lutzenberger
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José Lutzenberger com seu gatinho de estimação Foto: Lilly Lutzenberger

 

* Lutzenberger nasceu em Porto Alegre em 1926 e faleceu na mesma cidade em 2002.

Galeria de ilustrações de brincadeiras no pátio – Ilustração: Joseph Franz Seraph Lutzenberger cedida por Lilly Lutzenberger

Saiba mais sobre o ecologista José Lutzenberger e a sua luta ambiental

Conheça o incrível jardim da casa do Lutzenberger

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Reciclando lixo organico com a composteira plástica – passo a passo

A compostagem é o destino correto para a  reciclagem do lixo orgânico gerado na cozinha. O lixo orgânico se transforma em um composto orgânico rico em nutrientes após algumas semanas. Este composto resultante da compostagem pode ser usado na adubação das plantas do jardim e da horta. Para este processo é necessário um espaço adequado e existe no mercado uma composteira de plástico bem apropriada para isto.  Veja o exemplo de utilização da composteira da Tramontina em um Condominio em São Paulo no video no link:

http://g1.globo.com/sao-paulo/sptv-1edicao/videos/t/edicoes/v/condominios-participam-de-projeto-de-reciclagem-de-lixo-organico-na-capital/4384725/

 

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Composteira em local aberto – Foto: Helena Schanzer

Esta composteira deve ser usada em áreas abertas de casas e áreas condominiais.  Não é indicada para apartamentos. O uso da composteira é muito simples: basta ir colocando o lixo orgânico da cozinha todos os dias e cobrir com folhas secas, restos de corte de gramado, restos de poda. Com a  camada de folhas secas fica sem odor e a mistura destas dois materiais: folhas secas e lixo orgânico fermentarão gerando um produto que é um composto orgânico ou humus de ótima qualidade e fertilidade. Dá para acrescentar um vermicomposto para acelerar o processo. Instalei uma composteira destas no meu jardim, no mato. Estou achando ótimo! Super prática de usar, sem cheiros e higiênica. Não se tem contato com o lixo, simplesmente vai se colocando e intercalando com folhas secas. E daqui um mês começo a recolher o humus na parte de baixo da composteira.

 Saiba mais: A composteira de plástico organiza o lixo orgãnico

 

Passo a passo da montagem e uso da composteira caseira    Galeria de Fotos: Helena Schanzer

 

 

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Composteira dá a destinação correta para seu lixo orgânico doméstico

A Composteira Plástica Tramontina é ideal para a formação de adubo para jardins e hortas a partir de resíduos orgânicos, como folhagem, cascas de frutas e restos de alimentos.  O lixo orgânico da cozinha com a adição de folhas secas,   se transforma a partir de 30 dias em um composto orgânico rico em nutrientes para as plantas do jardim e  da horta.

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Composteira de plástico Foto: Tramontina Divulgação

Através da ação de microorganismos, a composteira possibilita a degradação dos resíduos orgânicos gerados em casa, transformando-os em composto estabilizado e abundante em nutrientes minerais, que então podem ser utilizados como adubo. A matéria orgânica úmida (verduras, legumes, borra de café), deve ser coberta com material seco (cascas de árvore, serragem, folhas secas, aparadas de grama) que auxiliam na aeração da compostagem e evitam a geração de odor e proliferação de insetos.

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Foto: Tramontina Divulgação

Confeccionada com 90% de materiais reciclados, possui construção única que permite a circulação de ar e aceleração da compostagem. Conta com duplo acesso para facilitar a extração do adubo produzido, podendo ser montada e desmontada sem a utilização de ferramentas. A composteira da Tramontina, que tem capacidade de 250 litros, auxilia na preservação do meio ambiente, reduzindo o lixo doméstico por meio da reciclagem de materiais orgânicos.

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Recicle: Borra do café como adubo para plantas

Tive uma reunião em um cafeteria super aconchegante na Cidade Baixa, no Café Agridoce.  Um detalhe simpático me chamou a atenção:  saquinhos com borra de café usado estavam à disposição para doação. Os clientes que quisessem podiam levar para usar como matéria prima para fazer um adubo para as plantas.  Iniciativa bacana, ecológica e simples. Na cafeteria se consome muito café e o resíduo vai fora. Então, doam e a borra é reaproveitada para quem curte preparar seu composto para adubar  as plantas e plantar!

BORRA CAFÉ
Borra do café doada como adubo Foto: Helena Schanzer
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Café Agridoce na Cidade Baixa foto: Helena Schanzer

A  borra de café deve ser usada após ficar 60 dias em processo de compostagem misturada a outros resíduos orgânicos da cozinha. A borra do café é rica em Nitrogênio. Não é bom usar direto no solo porque ela irá fermentar, entrar em decomposição e pode trazer doenças para sua planta. Use-a após ter se transformado em humus.

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Luminárias no café     Foto: Roberto Majola
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Ambientes decorados com muita criatividade foto:Hhelena Schanzer
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Cafeteria aconchegante foto: Helena Schanzer
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Foto: Helena Schanzer
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Iniciativa bacana: Deixe um livro e pegue outro Foto: Helena Schanzer
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Decoração inspirada Foto: Helena Schanzer
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Café retro Foto: Helena Schanzer

 Veja: Reciclagem de celulose vira composto organico

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Agridoce Café
Rua Sarmento Leite, 1024 – Cidade Baixa
Porto Alegre/RS

www.facebook.com/cafeagridoce

Jardim sustentável cultiva plantas nativas, tem baixo consumo de água e composteira

Há uns anos atrás criei para uma amiga o jardim da casa (uma cobertura horizontal)  com princípios  de sustentabilidade. No video a seguir voces irão assistir as idéias utilizadas para deixar um pequeno jardim aconchegante e atrativo para a avifauna graças às plantas nativas usadas. Também mostra como fazer compostagem caseira com os resíduos organicos da cozinha.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=jFlk2tBw9nE]

Programa Estilo Zen –  Lu Adams – TV COM -RBS

O paisagismo sustentável tem uma abordagem diferente do paisagismo usual. Para planejar um jardim sustentável temos que ter uma visão mais holística da natureza. Devemos pensar na água e na energia. Temos que cuidar dos resíduos que geramos e transformá-los em composto orgânico que é um adubo para usar na horta e no jardim. Para ser ambientalmente adequado, o jardim deve ter bastante espécies nativas da região. Ter diversidade de espécies de vegetação, atrai diferentes espécies de pássaros, borboletas, a fauna, além de incrementar a microvida do solo.

Abutilon_megapotamicum WIKIPEDIA
Planta nativa do sul que atrai beija flores, Abutilon megapotamicum

No paisagismo, a abordagem da energia usada deve ser de luminárias com pequenos coletores solares ou lâmpadas  Led.  Em relação a água, deve-se buscar o baixo consumo de água pelas plantas cultivando espécies nativas, rústicas e pouco exigentes em água.  Outro aspecto interessante é o uso de cisterna para coleta da agua da chuva dos telhados verdes para reuso na irrigação e serviços gerais.

Foto: Helena Schanzer  -Salvia guaranitica -Salvia azul - Arbusto
Arbusto nativo: Salvia guaranitica -Salvia azul Foto: Helena Schanzer –

Os materiais usados no jardim devem ser regionais com baixa pegada ecológica, por exemplo: pedras e madeiras  da região. Quanto a vegetação é muito sustentável ter telhados verdes, cortinas e paredes verdes.  Outra característica de um jardim sustentável é que ele seja produtivo, isto é, cultivar espécies frutíferas, ter horta e temperos. E claro, usar espécies vegetais nativas / com baixo consumo de água.

telhado verde
Sustentabilidade com Telhado verde

Não devemos esquecer que o aspecto social também conta pontos. As pessoas envolvidas no projeto e na execução do jardim devem se sentir satisfeitas com o serviço. O trabalho tem que oferecer condições legais e confortaveis , respeitar horários, dar equipamentos e acomodações adequadas.

Para ser sustentável é fundamental que no controle de pragas e doenças não se faça uso de agrotóxicos. Deve-se usar produtos que não poluam nem danifiquem o meio ambiente.

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Jardins filtrantes: tratam rios, esgotos e resíduos industriais sem produtos químicos

A empresa francesa Phytorestore, detentora da marca Jardins filtrantes, é especializada no tratamento ecológico de água, solo e ar contaminados feito através das raízes de plantas locais  e sem produtos químicos.  Thierry Jacquet, fundador da Phytorestore na França, aplicou este tratamento na gestão do esgoto do bairro de Wuhan (China) e na limpeza de 3 rios também na China. Além disto, o método foi utilizado no tratamento de despoluição das águas do Rio Sena em Nanterre, Paris,  na França.

Foto: Phytorestore  - paisagem em Nanterre - França
Foto: Phytorestore – paisagem em Nanterre – França

O tratamento é através da  fitorestauração, tecnologia em que as plantas são o principal agente de tratamento das contaminações. Além do tratamento, o projeto consiste em elaborar um paisagismo funcional, onde são criados espaços com o uso de vegetação local.

Foto: Phytorestore - Nanterre -  França
Foto: Phytorestore – Nanterre – França

Deste modo, se confere funcionalidade adicional aos espaços verdes que além de espaços de lazer,  captam a poluição através da ação radicular da vegetação, evitando que se poluam rios e canais da cidade.

Foto: Phytorestore – Nanterre, França – Jardins filtrantes tratam a água do Rio Senna, Paris

 

Foto: Phytorestore Brasil  - projeto em Campinas-SP
Foto: Phytorestore Brasil – projeto em Campinas-SP – Paisagismo funcional

Os jardins filtrantes e o paisagismo funcional: uma das principais características da tecnologia é utilizar a raiz de flores e plantas para filtrar os poluentes químicos da água.Muitos tipos de plantas locais podem ser utilizadas, além de flores. No Brasil, de 30 a 40 tipos de plantas poderiam ser usadas como filtro, dependendo de sua capacidade de filtragem.

Foto: Phytorestore  - Nanterre- França
Foto: Phytorestore – Nanterre- França

Com o tratamento com vegetação, a água pode ficar semi-potável, com aspecto de piscina e é possível criar lagos com plantas aquáticas.

Foto:Phytorestore Brasil Ecoparque-natura
Foto: Phytorestore Brasil Ecoparque Natura

 

 

 

Para mais informações veja:      http://phytorestore.com.br

Você sabe o que é um "Parklet"?

Parklet são áreas junto à calçada onde são  construídas estruturas na rua, geralmente de madeira, que servem como espaços públicos de convivência. Desta forma, criam-se espaços de lazer com jardins para convívio onde anteriormente havia vagas de estacionamento de carros. Os primeiros parklets foram construídos em San Francisco, na Califórnia, buscando-se criar ambientes mais amigáveis para pedestres e ciclistas. Talvez seja uma utopia para nossa realidade?

Mark Hogan - flirck
Parklet na Califórnia onde a idéia começou – foto: Mark Hogan – flirck

Eles ficam em lugar de carros e estão em vários lugares da cidade. Em Porto fizeram um piloto na frente da faculdade de arquitetura da UFRGS, mas não durou muito tempo por reclamação dos motoristas. Esse parklet da foto abaixo,  estava na Oscar Freire,no Bairro Jardins em São Paulo e tinha dois módulos. De cada lado de cada módulo, tinha uma espécie de escada/arquibancada com perguntas curiosas ou divertidas como “porque o chapéu Panamá tem esse nome se é feito no equador?” “Será que quem tem alergia a gatos também tem alergia a tigres?”Porque abril é o único mês que não acaba com o?”

Parklet - foto: Victoria Morschbacher
Parklet com jardim vertical – foto by Victória Morschbacher
Parklet na Califórnia  foto by Mark Hogan -Flirck
Parklet na Califórnia foto by Mark Hogan -Flirck

 


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Você sabe o que é um “Parklet”?

Parklet são áreas junto à calçada onde são  construídas estruturas na rua, geralmente de madeira, que servem como espaços públicos de convivência. Desta forma, criam-se espaços de lazer com jardins para convívio onde anteriormente havia vagas de estacionamento de carros. Os primeiros parklets foram construídos em San Francisco, na Califórnia, buscando-se criar ambientes mais amigáveis para pedestres e ciclistas. Talvez seja uma utopia para nossa realidade?

Mark Hogan - flirck
Parklet na Califórnia onde a idéia começou – foto: Mark Hogan – flirck

Eles ficam em lugar de carros e estão em vários lugares da cidade. Em Porto fizeram um piloto na frente da faculdade de arquitetura da UFRGS, mas não durou muito tempo por reclamação dos motoristas. Esse parklet da foto abaixo,  estava na Oscar Freire,no Bairro Jardins em São Paulo e tinha dois módulos. De cada lado de cada módulo, tinha uma espécie de escada/arquibancada com perguntas curiosas ou divertidas como “porque o chapéu Panamá tem esse nome se é feito no equador?” “Será que quem tem alergia a gatos também tem alergia a tigres?”Porque abril é o único mês que não acaba com o?”

Parklet - foto: Victoria Morschbacher
Parklet com jardim vertical – foto by Victória Morschbacher
Parklet na Califórnia  foto by Mark Hogan -Flirck
Parklet na Califórnia foto by Mark Hogan -Flirck

 


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Idéias para ambientar festas no jardim neste final de ano

As festas no jardim criam um clima descontraído e aconchegante  e combinam com o clima do verão. Lembre dos mosquitos: tenha velas de citronela espalhadas no jardim e  ofereça repelentes ao convidados. Se a festa for à noite, capriche nas luzes, podem ser velas ou luzinhas de Led. Selecionei algumas idéias bacanas para você se inspirar  para as festas de final de ano.

Festas de noite pedem iluminação suave no jardim – foto: pinterest – decorassentos

 

Mesa sob o pergolado é super chique e romantico
Clima romantico no jardim

Para as festas no jardim terem sucesso, a ambientação é fundamental. Olha que charme o piquenique em um clube que a Lezanfan produziu.

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Festa infantil no jardim – produção Lezanfan – Foto: Luciana Chwartzmann

Vale usar pallets, almofadas, casinhas de papelão, luzes e tolhas xadrez para criar um piquenique no meio da natureza. As crianças adoram a farra!

Festa infantil no jardim – produção Lezanfan – Foto: Luciana Chwartzmann

 

Veja mais idéias para se inspirar:  Fotos de Luciana Chwartzmann – Produção Lezanfan