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Bem estar: porque o contato com a natureza e com as plantas é tão relaxante e revigorante?

O contato com a natureza tem o poder de aliviar o estresse da vida urbana e proporcionar bem estar. Diversas pesquisas e estudos realizados nas últimas décadas nos Estados Unidos e na Suécia buscaram descobrir como a vegetação melhora o bem estar mental e a saúde das pessoas. Afinal, porque é tão relaxante e revigorante estar no meio da natureza e das plantas?

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Estar no meio da natureza é relaxante e revigorante -Foto Pixabay

Desde 1980, um casal de professores de psicologia norte americanos, Kaplan & Kaplan*, são conhecidos por suas pesquisas sobre o efeito da natureza e do ambiente nas relações comportamentais e na saúde das pessoas. Estes estudos têm impactado no modo como os profissionais das áreas de arquitetura, urbanismo, paisagismo, design e outras ciências humanas visualizam a relação do homem com a natureza. Isto passou a influenciar gerações de psicólogos ambientais e designers.  Alguns dados interessantes que o casal Kaplan descobriu em suas pesquisas sobre psicologia ambiental e ambientes para as pessoas:

– Quando realizamos atividades que precisam de muita atenção e foco, gera fadiga mental e o remédio para tal fadiga é expor-se à natureza.

– Para que a natureza tenha um efeito relaxante, é preferível um lugar com alto poder de fascinação que trará mais benefícios para o usuário. Por exemplo, o mar, ou uma área verde com elemento com água, com fogo, ou um parque.

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Paisagens naturais  com alto poder de fascinação trazem mais benefícios para o expectador- Foto: Pixabay

–  Pessoas que trabalhavam em escritórios com uma vista da natureza eram mais felizes e mais saudáveis ​​no trabalho. E, estar em ambientes naturais levanta o humor das pessoas e aumenta a capacidade de concentração.

 Outras pesquisas na área da psicologia ambiental e saúde concluíram que:

–  Pessoas que se exercitam em ambientes externos agradáveis, ​​tendem a andar mais do que aqueles que caminham dentro de interiores ou em torno de seus bairros.

Bairros com mais áreas verdes podem proporcionar mais ambientes para exercitar-se

– As pessoas que possuem jardim, ou mesmo uma sacada com luz e sol e um pouco de paz e silencio para relaxar  após um dia de trabalho, se cansam menos e sentem menos estresse.

– Quanto mais próximo se mora do centro da cidade, mais estresse, dor de cabeça e irritação se apresenta.

– Jovens que moram em bairros com áreas verdes, tendem a se exercitar mais e mantêm melhores índices de massa corporal.

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Não há como dissociar o homem da natureza. O ser humano depende dela para se alimentar e obter recursos como a água, a terra, as plantas, os animais, os oceanos, a energia dos ventos, do sol. O ar que respiramos é oxigenado e umidificado pela vegetação. Sem as plantas não existiríamos porque não teríamos o oxigênio do qual dependemos para viver. As plantas são tão importantes para nossa vida que devemos cultivá-las perto de nós. Em todos lugares devemos ter espaços verdes para restabelecer nossa energia vital, para respirar ar puro, refrescar o ar e receber luz e sol para estimular nossa saúde e bem estar. As pessoas precisam frequentar parques, jardins e áreas verdes para ter o corpo e a mente saudáveis.

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Parque Lage no Rio de Janeiro – área verde no meio da cidade do Rio de Janeiro – foto: Helena Schanzer

 

* Humanscape: Environments for people. Stephen Kaplan &Rachel Kaplan. 1982. Ulrich’s Books, Inc. Ann Arbor, Michigan.

Sabia que existe um campo de futebol sobre o estacionamento na PUCRS?

Quando passamos pela Avenida Ipiranga em Porto Alegre, se olharmos para o Parque Esportivo da PUCRS (ao lado do Hospital São Lucas da PUCRS) não imaginamos que tem um Campo de Futebol sobre o estacionamento de veículos do Parque. O Parque é enorme, só que não havia espaço para tantas canchas e pistas. Então o uso do espaço foi otimizado através da sobreposição de funções e funciona perfeitamente! Além disto, temos as vantagens do conforto térmico do uso da cobertura verde.

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Vista do campo de futebol e da Avenida Ipiranga ao fundo – Foto: Eneida Serrano

Campo de futebol é um “telhado verde”

O projeto arquitetônico/urbanístico do Parque esportivo e do Campo de futebol foram projetados e desenvolvidos pela Santini & Rocha Arquitetos e equipe. O projeto de paisagismo foi desenvolvido por mim em parceria com o arquiteto João Postiga e a colaboração da arquiteta Bianca Giorgis. O projeto do campo de futebol foi desenvolvido e executado em parceria minha com a mestre em gramados esportivos Eng. Agronoma Maristela Kuhn. A área do Parque totaliza 3,5 hectares e do campo de futebol  10 mil m² (incluídos no total). O trabalho, projeto+execução, foi desenvolvido em 2004/2005.

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O acesso para o estacionamento embaixo do campo de futebol – Foto: Eneida Serrano
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Vista geral do campo de futebol do Parque Esportivo PUCRS – Foto: Eneida Serrano

O plantio do gramado  do campo de futebol foi realizado através de um sistema de rolos com trator. A área de gramado com mais de 9000 m2 foi plantado em 2 dias com maquinário especial. A irrigação é toda automatizada e foi desenvolvida pelo eng. Rubens Voges. A água para irrigação do campo de futebol, assim como das demais áreas gramadas do Parque Esportivo, vem de poço artesiano existente, merecendo destaque especial o sistema de irrigação que reutiliza a água consumida. A irrigação é feita por aspersores automáticos, embutidos no gramado, comandados por timers e controladores de umidade. Há três reservatórios com 90 mil metros cúbicos de volume total que possibilitam o recolhimento da água de drenagem e sua reutilização. O substrato utilizado foi preparado especialmente para estas condições de gramado sobre laje de concreto.

Campo de futebol do Parque Esportivo PUCRS - Arbusto Plumbago capensis - bela emília - Foto: Eneida Serrano
Campo de futebol do Parque Esportivo PUCRS –  Foto: Eneida Serrano

Na foto acima vemos o arbusto plantado junto ao gramado: Arbusto Plumbago capensis – bela emília.  Esta planta é super rústica e de fácil manutenção.

Foto: Eneida Serrano -  campo de futebol do Parque Esportivo PUCRS
Parque Esportivo PUCRS – vista geral – Foto: Eneida Serrano

O Parque dispõe além deste campo de futebol oficial, de uma pista de atletismo oficial, canchas de tenis, cancha de grama artificial, vestiários, cancha de tênis e pistas para corrida e caminhada. No projeto de paisagismo foram usadas diversas plantas nativas e algumas exóticas adaptadas ao sul. Todas árvores foram catalogadas com placas descritivas da espécie. Abaixo temos a árvore perfumada conhecida como  Jasmim manga, Plumeria rubra.

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Paisagismo: árvores catalogadas com placas descritivas da espécie-  Foto: Eneida Serrano

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Aprenda a cultivar e fazer mudas da Alpinea vermelha, uma folhagem tropical para o jardim

Uma das plantas tropicais que considero mais bonita pelas suas  flores vermelhas é a Alpinea purpurata*, chamada de Gengibre-vermelho ou Alpinea. Este não é o tipo comestível. É uma herbácea rizomatosa tropical que dá um colorido incrível no jardim. É originária das Ilhas dos mares do Sul, Malásia, é a flor símbolo da Samoa. Cresce a 1,40 a 2 metros de altura e gosta de solo fértil mantido úmido. É muito sensível ao frio, não é indicada para locais onde ocorre geada porque “queima” as folhagens. Se for cultivar aqui, no inverno proteja com sombrite ou com outra planta sobre ela que a proteja da geada. Suas folhas grandes e largas conferem um ar bem tropical ao jardim.

Foto: Pixabay - Alpinea purpurata - gengibre vermelho - flor
Foto: Pixabay – Alpinea purpurata – gengibre vermelho – flor

Eu estava passeando pelas ruas da Barra, no Rio de Janeiro e encontrei um jardim cheio de alpineas floridas. Me aproximei para fotografar e vi que as mudinhas saiam da flor, olha na sequência das fotos.

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Foto: Helena Schanzer – Canteiro no Rio de Janeiro com Alpinea vermelha em flor

Recolhi com cuidado as mudinhas e  trouxe para Porto Alegre para plantar no jardim. Agora que o inverno está chegando terei que protegê-la do frio, senão ela morrerá.

Pode se multiplicar também por divisão da touceira com pedaços de raízes junto. As mudas surgem nas brácteas da inflorescência após o florescimento (bráctea = folha modificada e colorida).

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Foto: Helena Schanzer – flor da Alpinea -observe as mudinhas saindo da inflorescencia
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Foto: Helena Schanzer – Mudinhas de Alpinea vermelha que saem da flor

Depois coloquei na água  estas mudinhas até que começaram a criar raízes. Então plantei algumas direto na terra  e outras em vasos para acompanhar o desenvolvimento.

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Foto: Helena Schanzer – Alpinea plantada na terra e outra em vaso.

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*Plantas Ornamentais do Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras.Harri Lorenzi, Hermes Moreira de Souza. Nova Odessa. SP.Instituto Plantarum. 2001.

Gestão da água: Israel inova com tecnologia e reciclagem das águas residuais

Israel é um país de vanguarda em diversos setores e se destaca numa área em especial: a gestão da água. O clima do país é desértico-mediterrânico e a água por lá é um recurso escasso. Shimon Peres, importante político israelense, Premio Nobel da Paz, foi presidente de Israel até 2014, alguns anos atrás esteve em São Paulo e fez um discurso na FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo) cujas palavras não saíram da minha mente e transcrevo aqui: – “A água será o futuro da indústria alimentícia. Existe muita água no planeta, mas somente 1% da água é potável. Milhões de crianças morrem no mundo por não terem acesso à água. Mas podemos produzir água de várias maneiras e uma delas é economizando água. A água que economizamos é a mais barata, e se reciclarmos, dobraremos a quantidade de água.”

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Foto: Pixabay – Israel – Lago Kineret

Com esta idéia, a economia israelense focou na gestão do abastecimento da água em períodos de escassez, juntamente com a indústria local que ganhou a posição de especialista mundial no setor. Israel reutiliza as águas residuais para irrigação agrícola há mais de 60 anos e atualmente reusa mais de 75% das suas águas residuais de acordo com o site do ministério de Israel. Desta forma, este pequeno país desenvolveu a expertise em relação a questão do tratamento das águas residuais, a purificação e a reutilização da água na agricultura e na indústria.

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Foto: Pixabay – Norte de Israel – Golan

De acordo com o ALEF News e o jornal The New York Times, as realizações de Israel no setor de água são destaque no mundo todo. ‘‘Há seis anos, estivemos em uma situação muitíssimo próxima de alguém abrir a torneira em algum lugar do país e não sair água”, revelou ao jornal Uri Schor, porta voz da Autoridade Hídrica do governo. Hoje, há água em abundância em Israel. Israel tornou-se líder mundial na reciclagem de águas residuais para a agricultura. O país trata 86% do seu esgoto doméstico, reciclando-o para uso agrícola – volume que representa cerca de 55% de toda a água utilizada na agricultura. Mais de 50% da água para residências, agricultura e indústria é produzida artificialmente, porcentagem maior do que em qualquer outro lugar no mundo. Quatro usinas privadas de dessalinização entraram em operação ao longo da última década. Uma quinta deve estar pronta dentro de alguns meses.”  Por outro lado, Israel tem que lidar com a contaminação das águas subterrâneas e com o alto custo da água para consumo dos habitantes.

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Foto: Pixabay – Israel – Jerusalem- paisagismo na cidade antiga
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Foto: Pixabay

Conheça a planta Fisális, muito fácil de cultivar e com fruto saboroso

A frutinha conhecida como Fisális (ou Joá) ou Physalis angulata pode ser encontrada no supermercado embalada como fruta exótica (na verdade é uma planta nativa do Brasil) e costuma ser usada para enfeitar doces finos. É uma planta herbácea muito fácil de cultivar, tem um fruto saboroso levemente ácido e rico em propriedades medicinais. O pequeno arbusto tem ciclo anual e ressemeia facilmente.  Nativa de quase todo Brasil, ela é quase um matinho.  Precisa de sol e poucos cuidados,  regar de vez em quando. O solo não precisa de adubação. A flor é pequena e amarela. O fruto cor de laranja com uma casca fina é usado na decoração de doces de chocolate.

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Foto: Helena Schanzer – Fisális, flor da planta
 Fisális, flor da planta
Foto: Pixabay – Fisális, casca na cor verde que recobre o fruto
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Foto: Helena Schanzer – Fisális, casca que recobre o furto amadurecendo
 Fisális, flor da planta
Foto: Pixabay – Fisális, frutos quase prontos da planta
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Foto: Pixabay – Fisális, fruto pronto para comer e a casca seca decorativa

Conheça o jardim de uma cobertura de apartamento com varanda gourmet

O jardim de uma cobertura de apartamento com varanda gourmet têm várias espécies utilitárias plantadas. Diversos temperos, hortaliças e frutíferas estão à disposição do chef de cozinha. Árvores frutíferas como bergamoteira, limão, lichia, laranjinha do japão e plantas trepadeiras como a videira e o jasmim foram plantados em vasos nas sacadas e na cobertura do apartamento. A vegetação recém plantada neste mês emoldura a vista da cidade de Porto Alegre. Na primavera o jardim estará exuberante, com as plantas já mais desenvolvidas.

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Foto: Helena Schanzer – cobertura do apartamento com projeto de paisagismo

As arquitetas Anne Bryk e Bibiana Fiterman Costa fizeram o projeto de arquitetura de interiores do apartamento e da cobertura deixando tudo muito versátil, aconchegante e charmoso.  As arquitetas projetaram e executaram o deque de madeira com a piscina cujo design inclui um sofá e degraus que se pode sentar. Após a instalação do deque, as arquitetas e a cliente entraram em contato comigo para criar o jardim. Então, após visitas à floricultura com a cliente, elaboração do projeto de paisagismo e reuniões com a cliente, o jardim foi plantado em 1 dia. A equipe que realizou o plantio foi do engenheiro agrícola Egon Zounar. O recanto da mesa-de-estar ficou envolvido pela vegetação em vasos e floreiras. Com plantas de espécies ornamentais como Ave-do-paraíso, mandevila, clusia, camarões amarelos, cicas e gerânios criou-se o espaço para receber amigos e tomar um banho de piscina.  Quer saber como plantar? veja aqui o passo a passo para plantio de uma vaso com limoeiro e temperos.

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Foto: Helena Schanzer – cobertura do apartamento com projeto de paisagismo

Os vasos são de plástico, duráveis, leves e bonitos. Foram escolhidos na cor marrom para combinar com o deque de madeira.

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Foto: Helena Schanzer – cobertura do apartamento com projeto de paisagismo

As arquitetas criaram uma horta vertical com painel de madeira e incorporaram a casinha do cachorro. A casinha do cão tem telhado verde com temperos, olhem fotos abaixo. Na horta gourmet temos pimenta, tomilho, hortelã, sálvia, cebolinha, tomate, manjericão, orégano, manjerona, erva cidreira e melissa.

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Foto: Helena Schanzer – horta/painel -projeto e exec.  Arquitetas Anne Bryk e                                                                                                       Arq. Bibiana Fiterman Costa

 

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Foto: Helena Schanzer – horta/painel -projeto e exec.  Arquitetas Anne Bryk e                                                                                                     arq. Bibiana Fiterman Costa
cobertura jardim e  o cachorro
Foto: Helena Schanzer – paisagismo com frutíferas
piscina e cicas paisagismo
Foto: Helena Schanzer – paisagismo com cica e tumbergia ereta
paisagismo em cobertura de apartamento - jardim
Foto: Helena Schanzer – paisagismo com cica, gerânios, pitanga-anã e dama-da-noite


É primavera no Central Parque em Nova Iorque

É primavera em Nova Iorque e a cidade está florida, com destaque para o Central Parque, um grande parque urbano dentro da cidade. Possui uma área de 3.410 km² e está localizado no bairro de Manhattan. Inaugurado em 1857, o parque é considerado um oásis verde no centro de uma metrópole e onde as pessoas podem diminuir o ritmo frenético de Nova Iorque. É o parque mais visitado da cidade. 

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Foto: Liana Viuniski Verdi – Central Parque – tulipas

Em 1858, os arquitetos paisagistas Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux foram os vencedores do concurso de design para melhoria e expansão do parque. A construção começou naquele mesmo ano e foi completada em 1873. Embora o parque pareça natural, foi todo ajardinado e contém vários lagos artificiais, trilhas para caminhadas, pistas de patinagem no gelo, um santuário vivo e campos diversos. O parque foi projetado para dar um clima aconchegante a cidade de Nova Iorque no meio dos arranhas-céus espalhados por todos os lugares. O parque foi designado, em 1966, um distrito do Registro Nacional de Lugares Históricos e em 1963, um Marco Histórico Nacional.

Foto: Liana Viunisky Verdi  - Central Parque em Nova Iorque: primavera e flores
Foto: Liana Viuniski Verdi – Central Parque em Nova Iorque: primavera e Tulipas
Foto: Liana Viunisky Verdi - central park-NY
Foto: Liana Viuniski Verdi – Central Park em Nova Iorque

Nesta época do ano , é primavera em Nova Iorque e o Central Parque está repleto de flores como tulipas coloridas, azaléas de diferentes tons de rosas e vermelhos  e hostas.

Foto: Liana Viunisky Verdi - arbusto azaléa
Foto: Liana Viuniski Verdi – arbusto azaléa cor rosa
Foto: Liana Viunisky Verdi - arbusto azaléa cor sulferina
Foto: Liana Viuniski Verdi – arbusto azaléa cor sulferina
azalea vermelha no central parque
Foto: Liana Viuniski Verdi – Central Parque – azalea vermelha  e hostas
 Central park - NY
Foto: Liana Viuniski Verdi – Central park – NY
Lincoln center
Foto: Liana Viuniski Verdi – Lincoln Center – Tulipas
Lincoln center
Foto: Liana Viuniski Verdi – Lincoln Center – Tulipas
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Foto: Wikimedia common – Central park no verão
Foto:Wikimedia  - mapa central park
Foto:Wikimedia – mapa central park

 

Parque Maria Luisa: conheça um jardim público bem cuidado em Sevilha, Espanha

O Parque Maria Luisa situado em Sevilha, Espanha, é um jardim público e serve de exemplo como área verde bem cuidada de primeiro mundo. É o parque mais famoso da cidade e um dos seus pulmões verdes. O parque possui 34 hectares.  O parque público foi aberto em 18 de abril de 1914 com o nome de Parque Urbano Infanta María Luisa Fernanda.  O parque foi a residencia real até o ano de 1823, quando foi doado à cidade.  No parque foram construídas as Plaza de Espanha e a Plaza de América por motivo da Exposição Ibero Americana de Sevilha em 1929, destacando-se como seus principais atrativos.

O Parque Maria Luisa é cercado e tem vários portões de acesso. Abre às 8 hr da manhã e fecha às 22 hr. No verão fica aberto até às 24 hr quando acontecem apresentações de jazz e cine-verão no parque. Tem policiamento de moto, de carro e à cavalo. Não acontecem crimes no Parque. O Parque foi  declarado recentemente  um bem de interesse cultural.

Foto: Helena Schanzer – Parque Maria Luiza – Fonte de las Ranas                                                                                                                                  ( fonte das rãs – Fountain of the Frogs )

A Fonte de las Ranas ( Fonte das Rãs)  data de 1914. Consiste de 8 rãs posicionadas na volta do espelho de água com um pato que descansa sobre uma tartaruga no centro. A água jorra pelas bocas dos sapos e do pato e dá nome ao local.  A vegetação inclui belas árvores da espécie olmo ou ulmeiro (Ulmus minor). 

Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luiza - Fonte
Foto: Dora Schanzer – Parque Maria Luiza – Fonte de las Ranas                                                                                                                              ( fonte das rãs – Fountain of the Frogs )
Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa - Plaza da America -
Foto: Dora Schanzer – Parque Maria Luisa – Plaza das Américas                                                                                                        Pabellon Real (Pavilhão real) – Fonte dos Leões

Nas fotos a seguir podemos apreciar os diversos recantos do parque. Na época da floração da laranjeira, o aroma das flores exala pelo Parque, assim como dos jasmins espalhados pelos recantos.   Muitas espécies tropicais do parque foram trazidas para a exposição ibero-americana.

Dá para conhecer o parque  alugando uma bicicleta ou de carruagem!  Dentro do parque funcionam 2 museus: Museu Arqueológico e Museu de Artes e Costumes Populares.

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Foto: Dora Schanzer – passeio de carruagem pelo Parque Maria Luisa
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Foto: Pixabay  –  Parque Maria Luisa
Foto: Dora Schanzer  parque Maria luisa
Foto: Dora Schanzer   – Parque Maria Luisa

Dentro do Parque Maria Luisa está situada a  Plaza de America que tem estilo clássico adornado por estátuas: formato geométrico, simétrico e com roseiras de diversas cores. As roseiras tem irrigação com gotejadores.

Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa
Foto: Dora Schanzer – Parque Maria Luisa –  Plaza da America                                                                                                                              Geometria e rosas de cores variadas compõe o jardim

 

Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa -  Plaza da America - rosas de cores variadas compõe o jardim
Foto: Dora Schanzer – Parque Maria Luisa – Plaza da America – geometria e rosas de cores variadas

 

Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa -  Plaza da America - rosas de cores variadas compõe o jardim
Foto: Dora Schanzer – Parque Maria Luisa – Plaza da America – rosas
Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa -  Plaza da America -
Foto: Dora Schanzer –  cafeteria
Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa -  Plaza da America - Bouganvileas nas paredes
Foto: Dora Schanzer –  Bouganvileas nas paredes
Foto: Dora Schanzer - Parque Maria Luisa - Plaza da America - Bouganvileas nas paredes
Foto: Dora Schanzer – Parque Maria Luisa – Plaza da America – Bouganvileas  no pergolado

 

Coleção de roseiras na Plaza da América no parque: